Fotos famosas de OVNIS

O OVNI de Trindade


O navio oceanográfico Almirante Saldanha, da Marinha Brasileira, preparava–se para deixar a Ilha de Trindade em 16 de janeiro de 1958, quando uma população de mais duzentas pessoas que se encontravam no convés avistou um estranho objeto voador. Almiro Baraúna, um jornalista profissional, conseguiu tirar algumas fotos. Nelas havia um objeto em forma de disco dotado de um anel chato e largo. Baraúna descreveu o objeto como sendo cinza–escuro e aparentemente rodeado de condensação ou névoa sendo que realizava movimentos ondulados e mudava de velocidade abruptamente.

O laboratório fotográfico do Reconhecimento Aéreo da Marinha analisou os negativos e concluiu que eram genuínos. A APRO e a Ground Saucer Watch (GSW), respeitados institutos de pesquisas no passado, também apresentaram resultados favoráveis quanto as análises.







As fotos de Amaury Rivera


Porto Rico, 14 de maio de 1988. Depois de sua suposta abdução, Amaury Rivera teria observado espantado o enorme disco se afastando lentamente. De súbito, ouve um barulho estridente e olha para cima: três caças F14 estavam passando sobre ele e indo na direção do disco, que permanecia se afastando bem lentamente.

Foi quando ele começou a fotografar a situação obtendo um dos registros fotográficos mais surpreendentes e reveladores para a ufologia mundial. Embora as fotos só mostrem um caça, segundo Amaury, havia três. Eles rodavam e se revezaram de tal forma que sempre um ficava ofensivamente bem próximo do disco. Segundo os estudiosos da foto, é bem provável que cada foto mostre um caça diferente.

As fotos de Amaury foram exaustivamente analisadas e o coronel aposentado norte–americano Wendelle C. Stevens providenciou uma análise definitiva num laboratório da NASA, em Scotsdale, segundo explica "com um computador de última geração". As análises concluíram que tanto o disco como os caças F–14 estavam distantes da câmera em torno de 5km, no mínimo. E os caças estavam em velocidades muito superiores à do disco. Outra conclusão do laboratório é que a luminosidade de todos os objetos é coerente com a paisagem e, sendo assim, provavelmente seria uma cena autêntica, isenta de fraudes.



Foto aérea na Itália



'' Era uma cisterna de pelo menos oito metros. Daqui a quinhentos anos, talvez alguém nos dirá porque e como fazer pra ficar ali parado, suspenso no céu, a treze mil pés de altura (3.900 metros)''

Giancarlo Cecconi, marechal e piloto do 14º Grupamento de Caças de Treviso, na Itália, conseguiu 82 imagens de um objeto muito estranho. O fato ocorreu em 18 de junho de 1979, quando ele (então com mais de 15 mil horas de vôo) pilotava um caça G-91R no retorno de uma missão de reconhecimento.

Quando se preparava para o pouso no Aeroporto de Sant´Angelo (próximo de Milão) aconteceu o encontro. Especulou-se, na época, que tratava-se de um balão solar (saco plático cilíndrico que sobe devido ao aquecimento do ar sob o sol), uma febre que tomava conta da Itália. E essa foi a versão que a imprensa assimilou, quando um mês depois algumas imagens chegaram ao público através dos jornais. E não foi a mesma das autoridades militares, que descartaram a hipótese.

O fato é que Giancarlo foi avisado pelo radar sobre a presença do objeto quando iniciou a perseguição, a 11 mil pés de altitude. Suas dimensões aproximadas, segundo o piloto, eram 8 metros de comprimento, por 3 metros de diâmetro. A imagem acima, extremamente rara, é uma das mais impressionantes, liberadas apenas em 13 de julho de 1984, resultado de uma ação do Centro Ufológico Nacional (CUN), da Itália, contra a Aeronáutica Militar Italiana.



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